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Glicohemoglobina PDF Imprimir E-mail

Glicohemoglobina 

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A medida da glicohemoglobina é a mais importante ferramenta para a monitoração do paciente diabético, entretanto não deve ser usada para diagnóstico do diabetes mellitus. A glicohemoglobina é formada em duas etapas. O primeiro passo é a formação de uma aldimina instável (Hba1c  lábil ou pré-Hba1c). Durante a circulação do eritrócito, essa é convertida em uma forma de cetoamina estável (HbA1c). A taxa de produção é dependente do nível de glicose sangüínea e da vida média das hemácias (tipicamente 120 dias). Dessa forma, reflete os valores integrados da glicose correspondentes às últimas 6 a 8 semanas. Fatores que alteram a sobrevida dos eritrócitos são possíveis interferentes da dosagem de glicohemoglobina. Deficiência de ferro pode levar a uma sobrevida maior das hemácias com conseqüente aumento da sua glicosilação. Anemias hemolíticas podem diminuir a meia-vida dos eritrócitos com diminuição dos níveis de glicohemoglobina. Os valores sugeridos pela ADA (American Diabetes Association) não devem ser utilizados na presença de homozigose para as variantes de hemoglobina C ou S (Hb CC, Hb SS). A presença de hemoglobinopatia na forma heterozigota (Hb AC, Hb AS) com níveis normais de hemoglobina não diminuem a meia-vida das hemácias e os parâmetros sugeridos podem ser utilizados. Níveis de até 30% da hemoglobina fetal (HF) não interferem com a acurácia do exame. Um valor persistentemente elevado serve como indicador da possibilidade de ocorrência de complicações crônicas relacionadas ao diabetes mellitus.  

Método:

HPLC - Cromatografia Líquida de Alta Performance   

Amostra:

- Sangue total (EDTA) 

Preparo:

-Jejum de 8 h. 

Valores de referência:

- Normal: de 4 a 6 %

- Bom controle: < 7 % 

 
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